sexta-feira, 31 de outubro de 2008

"Friends" and the city


Fui ver “Sex and the city” no cinema, e fiquei completamente apaixonada por esse filme.
A um tempo atrás repudiava aquelas 4 mulheres super amigas com seus relacionamentos arroz com feijão...
É de dar inveja a amizade delas, a cumplicidade... A forma que elas lidam nas situações mais embaraçosas.Foi exatamente isso que me comoveu, fez eu voltar e rever os conceitos que tinha sobre essa série.
Daí então comecei a pensar na possibilidade de ter amigas, num futuro próximo, como as do filme.
Amigas que eu não verei todos dias, mas que pelo menos 1 dia na semana a gente vá se juntar, conversar, fofocar, dar conselhos, rir bastante e chorar se for preciso.Amigas em que eu possa confiar de olhos fechados.Aquelas em que eu vou me sentir a vontade de ligar 2 horas da manhã pra contar meu dia cansativo!
E que mesmo que eu construa uma família, não perca os laços com elas.
Voltando a ficção, acho que um dos motivos de eu não ter gostado de “Sex and the city” em primeiro momento foi por causa do nome, acho que sexo não é o centro da série... elas são adultas, humanas e fazem sexo como qualquer outra pessoa.O centro de tudo mesmo é a amizade que elas tem uma com a outra, todo aquele apoio, consolo que elas doam entre si.
E sabem? Eu me imagino na idade delas com as minhas amigonas.Uma médica, uma hippie, uma arquiteta, uma advogada, uma jogadora famosa de handball e eu, que terei minha coluna semanal chamada: “Friends and the city” em um jornal qualquer.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Ser criança


Ser criança, meu Deus... sem dúvida uma das melhores coisas da vida...
Lembro como se fosse ontem minha mãe gritando:
- Karooooooool, veeeeem!
Era uma hora tão triste, ter que deixar de brincar e tomar banho!(não te faz, eu sei que também não eras chegado num banho).Continuando...
Era tudo de bom passar o dia inteiro brincando, ralando os joelhos, andando a 2 km/h na
minha bicicletinha rosa achando uma grande aventura.Melhor ainda era quando a gente
montava a casa da barbie e passava o diiiiiaa inteiro fingindo ser elas (eu não queria estar
na pele daquelas bonecas).Até cortes de cabelo rolava!(Paula se tu tiver lendo isso, desculpa amiga, não sei o que me deu pra cortar o cabelo da tua Barbie aquele dia).
E quando era dia do coelhinho? Ficava na frente da tv, vendo os especiais do cartoon e me empanturrando de chocolate (sem me preocupar em engordar) que maravilha!
Ô tempo bom, me dá uma saudade de apertar o coração.Época boa em que a vontade de ser era maior que qualquer coisa.Queria ser atriz, modelo e médica!
Tudo esquematizado gente: após uma manhã cansativa no projac, iria até paris desfilar e na volta, de quebra, salvaria umas vidas no hospital.Eu achava fácil...
E é esse o barato em ser criança! A infância nos permite sonhar tanto e imaginar o que quisermos.Triste, mas quando crescemos acabamos achando que já é hora de deixar tudo pra trás, damos essa época como encerrada.. porque agora somos "grandes" e não devemos agir como crianças.Mas a questão não é agir como criança e sim carregar consigo tudo o que infância constrói dentro de nós! Toda aquela esperança, o amor com os pais, a insitência em querer tudo "agora", sinceridade e por fim, o dom de sonhar acordado.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS PARA TODOS! bêzus