
Fui ver “Sex and the city” no cinema, e fiquei completamente apaixonada por esse filme.
A um tempo atrás repudiava aquelas 4 mulheres super amigas com seus relacionamentos arroz com feijão...
É de dar inveja a amizade delas, a cumplicidade... A forma que elas lidam nas situações mais embaraçosas.Foi exatamente isso que me comoveu, fez eu voltar e rever os conceitos que tinha sobre essa série.
Daí então comecei a pensar na possibilidade de ter amigas, num futuro próximo, como as do filme.
Amigas que eu não verei todos dias, mas que pelo menos 1 dia na semana a gente vá se juntar, conversar, fofocar, dar conselhos, rir bastante e chorar se for preciso.Amigas em que eu possa confiar de olhos fechados.Aquelas em que eu vou me sentir a vontade de ligar 2 horas da manhã pra contar meu dia cansativo!
E que mesmo que eu construa uma família, não perca os laços com elas.
Voltando a ficção, acho que um dos motivos de eu não ter gostado de “Sex and the city” em primeiro momento foi por causa do nome, acho que sexo não é o centro da série... elas são adultas, humanas e fazem sexo como qualquer outra pessoa.O centro de tudo mesmo é a amizade que elas tem uma com a outra, todo aquele apoio, consolo que elas doam entre si.
E sabem? Eu me imagino na idade delas com as minhas amigonas.Uma médica, uma hippie, uma arquiteta, uma advogada, uma jogadora famosa de handball e eu, que terei minha coluna semanal chamada: “Friends and the city” em um jornal qualquer.
A um tempo atrás repudiava aquelas 4 mulheres super amigas com seus relacionamentos arroz com feijão...
É de dar inveja a amizade delas, a cumplicidade... A forma que elas lidam nas situações mais embaraçosas.Foi exatamente isso que me comoveu, fez eu voltar e rever os conceitos que tinha sobre essa série.
Daí então comecei a pensar na possibilidade de ter amigas, num futuro próximo, como as do filme.
Amigas que eu não verei todos dias, mas que pelo menos 1 dia na semana a gente vá se juntar, conversar, fofocar, dar conselhos, rir bastante e chorar se for preciso.Amigas em que eu possa confiar de olhos fechados.Aquelas em que eu vou me sentir a vontade de ligar 2 horas da manhã pra contar meu dia cansativo!
E que mesmo que eu construa uma família, não perca os laços com elas.
Voltando a ficção, acho que um dos motivos de eu não ter gostado de “Sex and the city” em primeiro momento foi por causa do nome, acho que sexo não é o centro da série... elas são adultas, humanas e fazem sexo como qualquer outra pessoa.O centro de tudo mesmo é a amizade que elas tem uma com a outra, todo aquele apoio, consolo que elas doam entre si.
E sabem? Eu me imagino na idade delas com as minhas amigonas.Uma médica, uma hippie, uma arquiteta, uma advogada, uma jogadora famosa de handball e eu, que terei minha coluna semanal chamada: “Friends and the city” em um jornal qualquer.
