Meu Espaço

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Quem quer ser um milionário?


No mínimo uma pergunta idiota, óbvio que todo mundo quer se tornar um milionário do dia pra noite!
Foi mais ou menos isso que aconteceu com Jamal Malik (Dev Patel) do filme "Slumdog Millionaire", menino de 18 anos analfabeto que conseguiu ganhar um prêmio milionário apenas com seu conhecimento...sobre a vida.
Ora engraçado, ora triste.O filme se concentra basicamente na alternância dos fatos ocorridos e como ele usou disso, da vivência, para conseguir chegar a última pergunta.Ao conseguir tal proesa, Jamal Malik (Dev Patel) , foi acusado injustamente de fraude pelo milionário dono do tal jogo, simplesmente porque o tal não acreditou e nem aceitou que um servidor de chá de call center originado de lugar humilde iria virar o novo milionário da India.
Já na policia, contou-lhes detalhadamente como fora sua vida, do seu irmão e do seu amor de infância Latika (Tanvi Ganesh Lonkar).Curiosidade soube-se que Jamal Malik (Dev Patel) teve interesse no jogo por creer na esperança de reencontrar seu irmão e sua amada.
Após conseguir convencer os policiais de que não havia nenhuma fraude e sim um pouco de conhecimento do mundo em que vivia tão intensamente, das piores formas, o jovem foi liberado para continuar no jogo, ganhar seu dinheiro e principalmente sua amada.
Mesmo sabendo que o filme foi indicado várias vezes ao Oscar, fiquei em cima do muro quanto a produção, a história e o elenco do filme.Tive um pré-conceito ruim por o filme não ter sido produção americana.
E neste dia que assisti o filme aprendi duas coisas: Que além dos americanos, existem pessoas de outros países que têm histórias maravilhosas a contar pro mundo em ma-ra-vi-lho-sas produções. E que por mais que estudemos incansavelmente durante anos, nunca saberemos mais do que a própria vida nos ensina.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sutilmente - (Skank)


E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate não
Dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

"Friends" and the city


Fui ver “Sex and the city” no cinema, e fiquei completamente apaixonada por esse filme.
A um tempo atrás repudiava aquelas 4 mulheres super amigas com seus relacionamentos arroz com feijão...
É de dar inveja a amizade delas, a cumplicidade... A forma que elas lidam nas situações mais embaraçosas.Foi exatamente isso que me comoveu, fez eu voltar e rever os conceitos que tinha sobre essa série.
Daí então comecei a pensar na possibilidade de ter amigas, num futuro próximo, como as do filme.
Amigas que eu não verei todos dias, mas que pelo menos 1 dia na semana a gente vá se juntar, conversar, fofocar, dar conselhos, rir bastante e chorar se for preciso.Amigas em que eu possa confiar de olhos fechados.Aquelas em que eu vou me sentir a vontade de ligar 2 horas da manhã pra contar meu dia cansativo!
E que mesmo que eu construa uma família, não perca os laços com elas.
Voltando a ficção, acho que um dos motivos de eu não ter gostado de “Sex and the city” em primeiro momento foi por causa do nome, acho que sexo não é o centro da série... elas são adultas, humanas e fazem sexo como qualquer outra pessoa.O centro de tudo mesmo é a amizade que elas tem uma com a outra, todo aquele apoio, consolo que elas doam entre si.
E sabem? Eu me imagino na idade delas com as minhas amigonas.Uma médica, uma hippie, uma arquiteta, uma advogada, uma jogadora famosa de handball e eu, que terei minha coluna semanal chamada: “Friends and the city” em um jornal qualquer.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Ser criança


Ser criança, meu Deus... sem dúvida uma das melhores coisas da vida...
Lembro como se fosse ontem minha mãe gritando:
- Karooooooool, veeeeem!
Era uma hora tão triste, ter que deixar de brincar e tomar banho!(não te faz, eu sei que também não eras chegado num banho).Continuando...
Era tudo de bom passar o dia inteiro brincando, ralando os joelhos, andando a 2 km/h na
minha bicicletinha rosa achando uma grande aventura.Melhor ainda era quando a gente
montava a casa da barbie e passava o diiiiiaa inteiro fingindo ser elas (eu não queria estar
na pele daquelas bonecas).Até cortes de cabelo rolava!(Paula se tu tiver lendo isso, desculpa amiga, não sei o que me deu pra cortar o cabelo da tua Barbie aquele dia).
E quando era dia do coelhinho? Ficava na frente da tv, vendo os especiais do cartoon e me empanturrando de chocolate (sem me preocupar em engordar) que maravilha!
Ô tempo bom, me dá uma saudade de apertar o coração.Época boa em que a vontade de ser era maior que qualquer coisa.Queria ser atriz, modelo e médica!
Tudo esquematizado gente: após uma manhã cansativa no projac, iria até paris desfilar e na volta, de quebra, salvaria umas vidas no hospital.Eu achava fácil...
E é esse o barato em ser criança! A infância nos permite sonhar tanto e imaginar o que quisermos.Triste, mas quando crescemos acabamos achando que já é hora de deixar tudo pra trás, damos essa época como encerrada.. porque agora somos "grandes" e não devemos agir como crianças.Mas a questão não é agir como criança e sim carregar consigo tudo o que infância constrói dentro de nós! Toda aquela esperança, o amor com os pais, a insitência em querer tudo "agora", sinceridade e por fim, o dom de sonhar acordado.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS PARA TODOS! bêzus

domingo, 31 de agosto de 2008

Vitrine de verão


Perdida nos meus pensamentos percebi que o verão é a época da exibição.SIM. Somos postos em uma grande vitrine, bem embaçada... A ponto de esconder todos nossos defeitos e também tudo aquilo que realmente importa!
As roupas diminuem, diminuem tanto que não se vê nada além “daquilo”.
Chegando onde eu quero chegar: no verão somos um bando de superficiais procurando
seres superficiais.
Passamos o ano inteiro em uma academia para nos enfeitar! Ganhar músculos, perder as gordurinhas.Entramos em uma torradeira pra ficar no ponto.Passamos bosta de vaca na pele porque dizem que deixa mais brilhosa (é?).
E o mais triste de tudo é que sou assim.Se for preciso, e se me assegurarem que bosta de vaca da certo mesmo, com certeza irei até o campo coletar com a maior felicidade.
Bom, o primeiro passo dei, reconheço totalmente que sou um manequim exposto na tal vitrine embaçada.E quero que isso mude.
- NÃO, não vou deixar de fazer academia e nem de entrar em torradeiras humanas!
Só quero poder ser transparente, mostrar o que realmente sou para todos.Poder começar
uma relação no verão sem me surpreender em março com a metamorfose instantânea daquela pessoa que parecia ser um amooorr.Ou seja, no verão somos : legais, bem humorados, não somos problemáticos, sorrimos para tudo e todos, não somos irritantes...
Tudo que eu não sou hoje, 1° de setembro.
Ai ai.. beijos e abraços aos meus leitores fiéis, prometo que estarei aqui sempre que surgir inspiração! :D

terça-feira, 29 de julho de 2008

Deixa a vida te levar..

http://br.youtube.com/watch?v=6DjonXmyTns

Sempre gostei dessa música do Zeca pagodinho, mas nunca tinha pensado realmente na mensagem que ela transmite..
Quantas vezes nos prendemos a preocupações desnecessárias?Há pessoas que deveriam estar a muito tempo longe de nós..
Pois é, isso tudo gera entraves em nossas vidas, ou melhor, pedras no caminho..que nós colocamos!
Mas deixar a vida nos levar não é apenas fugir das preocupações também é aceitar quando a vida nos trás algo novo..novas emoções, novos caminhos e novas oportunidades.
Devemos estar ali vivendo ela intensamente, não só como meros expectadores.Prontos pra tudo e pra nada...
Quando começamos a aderir essa nova filosofia, a vida fica mais fácil , e nós mais flexíveis.Leves de liberdade..E é ai então que podemos dizer que não só a vida está nos levando..estamos sabendo levar ela da melhor forma possível.